O decano jornal inglês The Times dedicou recentemente um espaço de sua colunista Edwina Ings-Chambers para falar da nova moda entre as moças bretãs, totalmente na contramão da corrente nude: usar batom vermelho. Na terra da rainha verifica-se uma queda de 4% na venda de gloss e um crescimento de 3% na de batom. Marcas como Mac, Dolce & Gabbana e Dior apostam na tendência também. E no meio de tantas justificativas sobre o porquê das bocas cor de rubi, envolvendo da crise econômica de 1998 à moda do chique austero, surge a declaração da cantora e mulher que nunca envelhece Cindy Lauper resumindo tudo: “batom é símbolo de feminilidade e força interna”.
Batom vermelho pede maquiagem levíssima durante o dia. Ele quebra uma roupa sóbria e enfeita a dupla jeans e camiseta. Na era do nude, uma cor é sempre bem-vinda. No ambiente de trabalho a mulher tem de combinar o trio roupa-maquiagem-fragrância.
Uma coisa é certa, por mais que a pessoa não goste, o batom vermelho confere à mulher um poder adicional à sua personalidade. E, sim, estará sempre relacionado com sensualidade e sexualidade, por isso é preciso de bom senso para usá-lo. O vermelho por ser uma cor quente é relacionado a tudo que é gostoso e é extremamente sensual. Uma mulher com batom vermelho pode ter certeza que a noite será maravilhosa, e se permitirá colocar para fora a deusa que encanta e hipnotiza, e ser maestrina dessa grande sinfonia que se chama amor. É dar o tom e o toque. É saber conquistar.









